Do Observatório de Imprensa: Por Washington Araújo em 20/7/2010 | |
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De repente, o candidato parece ter sido vítima de pedrada na cabeça. É o que depreendo do título de matéria saído na Folha de S.Paulo de 17/7: "Lula e FHC são mais parecidos do que parece", afirma Serra. O texto é de uma sem-cerimônia de causar espécie. Vejamos como continua a matéria: Como disse o candidato, "são questões de natureza pessoal e psicológica, mas carinhosa." Ah bom, ainda bem que ele explicou, porque senão a decantada similitude não encontra abrigo de natureza racional ou histórica. Psicológica, sim. Há que se abrir os olhos dos pernambucanos. Afinal, na Veneza brasileira Lula é aprovado por formidáveis 93% da população. |
“O professor medíocre diz, o bom professor explica, o professor superior demonstra e o grande professor inspira” (William Arthur Ward, 1921-1994).
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Serra é um cara de pau de 1ª: De carona na popularidade presidencial
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Do Blog do Celso Jardim: Serra prova que o nada existe
Ao se pensar no “nada”, associamos em nossa mente a ausência de qualquer coisa que seja, o vazio absoluto. O nada foi pensado como conceito pelos filósofos que questionavam inclusive se "o nada existe?".
Ao definir o nada como a ausência de qualquer coisa, então do próprio existir, Kant apresentou a existência do nada como um "pseudoproblema", uma falsa questão. Sartre vai tratar o nada em oposição ao ser, que é o existir de algo.
Fisicamente é preciso distinguir três coisas: o vácuo, o vazio e o nada. O vácuo é um espaço não preenchido por qualquer matéria, nem sólida, nem líquida, nem gasosa, nem plasma, nem mesmo a matéria escura.
O vazio seria um espaço em que não houvesse nem matéria, nem campo nem radiação. No nada não existe nem o espaço, isto é, não há coisa alguma nem um lugar vazio para caber algo.
Depois de tantas definições para não dizer nada, descobri o que é o "nada", são as propostas e o discurso de José Serra. Que fala um monte de coisa e não diz nada com nada.
Serra recentemente disse “É deplorável que haja gente que, em nome da política, tente dividir o nosso Brasil. Não aceito o raciocínio do "nós contra eles". Não cabe na vida de uma nação”.
O candidato sem rumo, José Serra, acha que é possível com um discurso esconder a miséria e a concentração de renda que ainda existe em nosso país, mesmo com a mobilidade social desenvolvida pelo governo do presidente Lula.
Ele acha mesmo que a ditadura militar não privilegiou as elites e a concentração de renda, pois está ao lado de quem sempre a defendeu. Ele acredita que as desigualdades sociais ocorrem pela geração espontânea, que aparece do nada. Será que ele assumiu o discurso de que os pobres são pobres por que não trabalham ou porque não encontram emprego.
Serra rasga todos os consensos históricos sobre as desigualdades absurdas que se implantaram no Brasil. Serra acredita que a concentração fundiária, o coronelismo e os desequilíbrios regionais são frutos do acaso, do nada.
Na realidade, Serra está dando um recado para a elite que perdeu privilégios nos últimos anos: "me elejam e eu acabarei estas políticas de enfrentamento das desigualdades".
Elas não devem continuar! Pelo menos, Serra é claro. Não esconde suas motivações, mesmo não dizendo nada com nada.
José Serra nem parece que começou a militar na política na pior época da história do país, no início da década de 60, os momentos que precederam o golpe militar, e a pressão que a UDN exercia, os líderes udenistas atacavam duramente e o tempo inteiro toda a legislação social e trabalhista brasileira da época. Isso levou o pânico às classes trabalhadoras.
A UDN hoje está viva, na pele dos demos e na cabeça dos tucanos, a nova UDN, formada pela aliança PSDB-DEM, União Dos Neoliberais.
Pretendem ganhar as eleições para executarem exatamente tudo ao contrário do que o governo Lula fez e conquistou, entre eles os resultados positivos na mobilidade social. O que os demotucanos querem é enganar a classe trabalhadora, ao tentar se apoderar de ações e projetos que não lhe pertencem e nem criaram.
Declaram ser contra as iniciativas e tudo que dá certo no governo do presidente Lula, Política externa, Mercosul, Crescimento econômico com distribuição de renda, Bolsa Família, ProUni, Trem Bala, Agricultura Familiar, Pré-Sal, Os sindicatos dos trabalhadores, entre outros.
Os demotucanos compõem a nova UDN, União dos Neoliberais, se posicionam politicamente através de quem os representa, o seu candidato José Serra, que diz em seus discursos que é contra tudo, sem propor nada.
Postado por Blog do Celso Jardim às 08:59
Ao definir o nada como a ausência de qualquer coisa, então do próprio existir, Kant apresentou a existência do nada como um "pseudoproblema", uma falsa questão. Sartre vai tratar o nada em oposição ao ser, que é o existir de algo.
Fisicamente é preciso distinguir três coisas: o vácuo, o vazio e o nada. O vácuo é um espaço não preenchido por qualquer matéria, nem sólida, nem líquida, nem gasosa, nem plasma, nem mesmo a matéria escura.
O vazio seria um espaço em que não houvesse nem matéria, nem campo nem radiação. No nada não existe nem o espaço, isto é, não há coisa alguma nem um lugar vazio para caber algo.
Depois de tantas definições para não dizer nada, descobri o que é o "nada", são as propostas e o discurso de José Serra. Que fala um monte de coisa e não diz nada com nada.
Serra recentemente disse “É deplorável que haja gente que, em nome da política, tente dividir o nosso Brasil. Não aceito o raciocínio do "nós contra eles". Não cabe na vida de uma nação”.
O candidato sem rumo, José Serra, acha que é possível com um discurso esconder a miséria e a concentração de renda que ainda existe em nosso país, mesmo com a mobilidade social desenvolvida pelo governo do presidente Lula.
Ele acha mesmo que a ditadura militar não privilegiou as elites e a concentração de renda, pois está ao lado de quem sempre a defendeu. Ele acredita que as desigualdades sociais ocorrem pela geração espontânea, que aparece do nada. Será que ele assumiu o discurso de que os pobres são pobres por que não trabalham ou porque não encontram emprego.
Serra rasga todos os consensos históricos sobre as desigualdades absurdas que se implantaram no Brasil. Serra acredita que a concentração fundiária, o coronelismo e os desequilíbrios regionais são frutos do acaso, do nada.
Na realidade, Serra está dando um recado para a elite que perdeu privilégios nos últimos anos: "me elejam e eu acabarei estas políticas de enfrentamento das desigualdades".
Elas não devem continuar! Pelo menos, Serra é claro. Não esconde suas motivações, mesmo não dizendo nada com nada.
José Serra nem parece que começou a militar na política na pior época da história do país, no início da década de 60, os momentos que precederam o golpe militar, e a pressão que a UDN exercia, os líderes udenistas atacavam duramente e o tempo inteiro toda a legislação social e trabalhista brasileira da época. Isso levou o pânico às classes trabalhadoras.
A UDN hoje está viva, na pele dos demos e na cabeça dos tucanos, a nova UDN, formada pela aliança PSDB-DEM, União Dos Neoliberais.
Pretendem ganhar as eleições para executarem exatamente tudo ao contrário do que o governo Lula fez e conquistou, entre eles os resultados positivos na mobilidade social. O que os demotucanos querem é enganar a classe trabalhadora, ao tentar se apoderar de ações e projetos que não lhe pertencem e nem criaram.
Declaram ser contra as iniciativas e tudo que dá certo no governo do presidente Lula, Política externa, Mercosul, Crescimento econômico com distribuição de renda, Bolsa Família, ProUni, Trem Bala, Agricultura Familiar, Pré-Sal, Os sindicatos dos trabalhadores, entre outros.
Os demotucanos compõem a nova UDN, União dos Neoliberais, se posicionam politicamente através de quem os representa, o seu candidato José Serra, que diz em seus discursos que é contra tudo, sem propor nada.
Postado por Blog do Celso Jardim às 08:59
sábado, 10 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
Do Vi o Mundo: Paraguaios, argentinos e japoneses sabem perder
5 de julho de 2010 às 12:22
por Luiz Carlos Azenha
A Argentina perdeu de 4 a 0 da Alemanha. Futebolisticamente, foi humilhada. Os jogadores da Argentina e o técnico Maradona foram recebidos com festa em Buenos Aires. Houve e há muitas críticas ao Maradona, ao Messi e à seleção. Mas houve respeito com os jogadores e com o técnico que representaram o país na Copa, a partir da óbvia constatação de que nenhum deles entrou em campo para perder.
No Paraguai, o presidente Lugo condecorou os jogadores, inclusive o atacante Cardozo, que perdeu um pênalti na partida decisiva contra a Espanha.
No Japão, um governante local decidiu condecorar Komano, o jogador que chutou no travessão um pênalti decisivo contra Gana, tirando a seleção da Copa.
No Brasil? No Brasil o centroavante Ronaldo mandou mensagem no twitter sugerindo que Felipe Melo não viesse passar férias no país; no Brasil repórteres cercaram a casa de Felipe Melo para … esperar que ele fosse esquartejado? ; no Brasil o jornal O Globo promoveu antecipadamente o “assassinato de caráter” do técnico da seleção brasileira, enquanto omitiu de seus leitores que havia uma disputa de bastidores entre a TV Globo e Dunga por acesso aos jogadores.
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